quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Desenho Universal

O Desenho Universal é um modo de concepção de espaços e produtos visando sua utilização pelo mais amplo espectro de usuários, incluindo crianças, idosos e pessoas com restrições temporárias ou permanentes.
Baseia-se no respeito à diversidade humana e na inclusão de todas as pessoas nas mais diversas atividades, independente de suas idades ou habilidades.
A meta é atingir um desenho de qualidade no qual, além de requisitos estéticos, é fundamental o fácil entendimento sobre o uso (legibilidade), a segurança e o conforto para todos. Logo não significa conceber espaços especiais para pessoas especiais mas, sim, dotar o espaço de qualidades que beneficiem a todos.


Princípios do Desenho Universal


1. Uso Eqüitativo - O desenho é utilizável por pessoas com habilidades diversas.
Norma 1a: Prover os mesmos significados de uso para todos os usuários: idêntico quando possível, equivalente quando não possível.
Exemplo: Portas com sensores se abrem sem exigir força física ou alcance das mãos de usuários de alturas variadas (as mãos podem estar ocupadas).
Norma 1b: Impedir segregação ou estigmatização dos usuários.
Exemplo: Rampa adjacente a uma escada impede a segregação de pessoas com restrições de mobilidade.
Norma 1c: Prover privacidade, segurança e proteção de forma igual a todos os usuários.
Exemplo: Barras de apoio no sanitário permitem que a pessoa faça a transferência da cadeira de rodas para o vaso sanitário de forma segura.
Norma 1d: Tornar o desenho atraente para todos os usuários.
Exemplo: Cores que estimulam os sentidos fazem com que o ambiente se torne mais agradável.


2. Uso flexível - O desenho acomoda uma ampla faixa de preferências e habilidades.
Norma 2a: Prover escolhas na forma de utilização.
Exemplo: Computador com teclado e mouse possibilita escolha na entrada dos dados.
Norma 2b: Acomodar acesso e utilização para destros e canhotos.
Exemplo: Guarda-corpos e guias em ambos os lados de um caminho provêem proteção e estabilidade em ambas as direções para canhotos e destros.
Norma 2c: Facilitar a precisão e acuidade do usuário.
Exemplo: A marcação arquitetônica da entrada de um prédio facilita ao visitante seu reconhecimento já do estacionamento.
Norma 2d: Prover adaptabilidade para a velocidade (compasso, ritmo) do usuário.
Exemplo: Escadas rolantes devem dispor de um patamar no início e término da escada, para que haja um tempo de adaptação à mudança de velocidade no deslocamento do usuário.


3. Uso simples e intuitivo - O desenho é fácil de ser compreensão e independe da experiência, conhecimento, habilidades de linguagem, ou nível de concentração do usuário.
Norma 3a: Eliminar a complexidade desnecessária.
Exemplo: Utilizar simbologia internacional e de fácil identificação para garantir informação, como a localização de sanitários.
Norma 3b: Ser coerente com as expectativas e intenções do usuário.
Exemplo: Localizar os mapas e placas informativas próximas às circulações verticais, para o usuário Ter acesso à informação ao chegar no pavimento.
Norma 3c: Acomodar uma faixa larga de habilidades de linguagem e capacidades em ler e escrever.
Exemplo: Informações adaptadas aos deficientes visuais, como mapas táteis, orientam a todos.
Norma 3d: Organizar as informações de forma compatível com sua importância.
Exemplo: Hierarquizar as informações, através da utilização de placas maiores e menores, priorizando a informação essencial.
Norma 3e: Providenciar respostas efetivas e sem demora durante e após o término de uma tarefa.
Exemplo: O elevador deve emitir sinal sonoro e luminoso ao abrir e fechar, permitindo seu uso com segurança as pessoas com restrições sensoriais.


4. Informação de fácil percepção - O desenho comunica a informação necessária para o usuário, independente de suas habilidades ou das condições do ambiente.
Norma 4a: Usar diferentes maneiras (pictórico, verbal, táctil) para apresentação redundante de uma informação essencial.
Exemplo: Mapas em alto relevo permitem que as pessoas com restrições visuais identifiquem o ambiente em que se encontram.
Norma 4b: Maximizar a legibilidade da informação essencial.
Exemplo: Toda informação deve chamar a atenção do usuário, através do contraste entre fundo e figura e com o entorno.
Norma 4c: Diferenciar elementos de forma a poderem ser descritos ( isto é, tornar mais fácil dar informações ou direções).
Exemplo: Grandes edifícios devem criar referenciais, como a presença de água, que além de estimular os sentidos facilita a orientação das pessoas com restrições sensoriais e cognitivas.
Norma 4d: Prever compatibilidade com uma variedade de técnicas ou procedimentos usados por pessoas com limitações sensoriais.
Exemplo: Através da utilização do piso guia, a pessoa com restrição visual direciona-se ao longo de um percurso.


5. Tolerância ao Erro - O desenho minimiza riscos e conseqüências adversas de ações acidentais ou não intencionais.
Norma 5a: Organizar os elementos para minimizar riscos e erros: os elementos mais usados mais acessíveis; elementos de riscos ou perigosos eliminados, isolados ou protegidos.
Exemplo: Elevadores com acesso ao público devem estar em locais de destaque; elevadores de serviço devem estar mais reservados.
Norma 5b: Providenciar avisos de riscos e de erro.
Exemplo: Garantir que o tráfego de ciclistas seja seguro, dispondo de sinaleiras específicas em ciclovias que cruzam vias de trânsito intenso de veículos.
Norma 5c- Providenciar características de segurança na falha humana.
Exemplo: Elevadores com sensores impedem seu fechamento durante a passagem de uma pessoa.
Norma 5d- Desencorajar ações inconscientes em tarefas que exijam vigilância.
Exemplo: Sinaleiras sonoras e luminosas nos passeios providenciam avisos aos pedestres sobre a constante entrada e saída de veículos das garagens.


6. Baixo Esforço Físico - O desenho pode ser usado eficientemente, confortavelmente e com o mínimo de fadiga.
Norma 6a: Permitir ao usuário manter uma posição corporal neutra.
Exemplo: Disponibilizar balcões em duas alturas permitindo a aproximação de pessoas em cadeiras de rodas e crianças.
Norma 6b: Usar forças moderadas na operação.
Exemplo: Torneiras acionadas por pressão não requerem grande esforço físico.
Norma 6c: Minimizar ações repetitivas.
Exemplo: A maçaneta de porta do tipo alavanca evita o movimento repetitivo de girar a mão.
Norma 6d- Minimizar a sustentação de um esforço físico.
Exemplo: Rampas rolantes permitem o deslocamento do usuário sem esforço.


7. Dimensão e espaço para aproximação e uso Prover dimensão e espaço apropriados para o acesso, o alcance, a manipulação e o uso independente do tamanho do corpo, da postura ou mobilidade do usuário.
Norma 7a: Colocar os elementos importantes no campo visual de qualquer usuário,
sentado ou em pé.
Exemplo: Uma abertura de vidro lateral na porta assegura a visibilidade para pessoas de qualquer estatura.
Norma 7b: Fazer com que o alcance de todos os componentes seja confortável para qualquer usuário, sentado ou em pé.
Exemplo: Barras de apoio dispostas horizontal e diagonalmente facilitam o uso do sanitário por pessoas de habilidades variadas.
Norma 7c: Acomodar variações da dimensão da mão ou da empunhadura.
Exemplo: Portas com maçanetas em alça acomodam empunhaduras variadas.
Norma 7d: Prover espaço adequado para o uso de dispositivos assistivos ou assistência pessoal.
Exemplo: Dispositivos de segurança utilizados em metrôs, livrarias, etc, devem comportar a passagem de uma cadeira de rodas.




Ergonomia e os princípios do desenho universal


Cabe a ergonomia ajudar a transformar positivamente as condições de trabalho para as pessoas com restrições, tanto à nível organizacional quanto ambiental. É neste último – ambiente físico, mobiliário e equipamentos – que os conhecimentos específicos do desenho universal são fundamentais.


As diferentes restrições:
Há uma dificuldade em classificar as deficiências, principalmente devido ao seu largo espectro.
Há portanto variações na classificação entre os países, segundo os médicos, educadores, etc.
Para a ERGONOMIA: classificação conforme o ambiente e os equipamentos relacionados às necessidades especiais dos usuários. (Sob este enfoque, uma pessoa pode possuir uma deficiência e não ser deficiente.
Exemplo: indivíduo que possui uma uma falange, e não encontra dificuldade para realizar atividades no seu trabalho).
Restrição: indica o grau de dificuldade que cada indivíduo possui para realizar alguma atividade. Termo utilizado pela Organização Mundial da Saúde (International Classification of Functioning, Disability and Health), de 2001.
Restrição sensorial: refere-se às dificuldades na percepção das informações do meio ambiente devido a limitações nos sitemas sensoriais (auditivo, visual, paladar/olfato, háptico e orientação);
Restrições cognitivas: refere-se às dificuldades no tratamento das informações recebidas (atividades mentais) ou na sua comunicação através de produção linguística devido a limitações no sistema cognitivo;
Restrições físico-motoras: refere-se ao impedimento, ou às dificuldades encontradas em relação ao desenvolvimento de atividades que dependam de força física, coordenação motora, precisão ou mobilidade;
Restrições múltiplas: decorrem da associação de mais de um tipo de restrição de natureza diversa.


Causas das restrições:
Qualquer indivíduo pode ter restrições no desempenho de uma atividade.
1. deficiência
2. idade avançada
3. condições sócio-culturais
4. desenho do ambiente


No Brasil
ONU: entre 10% e 15% de pessoas são portadoras de algum tipo de deficiência, que varia conforme seu grau de desenvolvimento. Quando a estimativa gira em torno de 10%, a distribuição das porcentagens para cada tipo de deficiência é estimada da seguinte forma:
-5% para mental
-2% para física
-1,5% para auditiva
-1% para múltipla
-0,5% para visual
Censo do IBGE: 14% da população brasileira é atingida por algum tipo de deficiência.


Fonte: http://deficientesemacao.com/desenho-universal

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Acessibilidade em Recife

Compartilho um vídeo muito legal sobre a questão da Acessibilidade nas calçadas de Recife – PE. A falta de acessibilidade nas calçadas está presente em todas as cidades do Brasil. Infelizmente não temos a
cultura de "adequar para o outro passar". (Thaís Frota)
E, como sempre, o  poder público enrolando...
As ações públicas tem resposta inversamente proporcional à necessidade da população.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Senai prepara mais de 55 mil deficientes para o mercado de trabalho

 
Metal Mecânica

Senai prepara mais de 55 mil deficientes para o mercado de trabalho

Data: 28/1/2011

Marcelo Matos, 30 anos, se vale do tato e de competência técnica para
exercer seu ofício. Cego desde os 15 anos, por descolamento da retina, é
montador de para-choques da General Motors em Gravataí, no Rio Grande do
Sul. Foi aprovado na montadora em criterioso processo de seleção após
concluir, em 2004, o curso de aprendizagem industrial em mecânica de
automóveis do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Marcelo Matos, que teve aulas pelo sistema Virtual Vision, programa de
computador que ensina deficientes visuais usando leitura de menus e telas
por um sintetizador de voz, é um dos quase 55 mil deficientes, físicos,
mentais, auditivos, visuais e múltiplos, capacitados para o mercado de
trabalho desde 2004 pelo Programa Senai de Ações Inclusivas (PSAI). O
programa inclui ainda os superdotados.
Além de atender ao contingente de pessoas com necessidades especiais, o PSAI
capacita também mulheres, negros e índios e requalifica profissionalmente
pessoas idosas. Somando-se este contingente, classificado como vertentes,
chega a 77.822 o número de pessoas treinadas pelo PSAI.
A gestora nacional do programa, Loni Manica, ressalta ser expressiva, na
educação profissional, a quantidade de capacitados pelo PSAI. "O Senai atua
fortemente para que se consolide a inclusão social pela educação
profissional", acrescenta.
Informa ela que o PSAI formou, ano passado, 300 professores na língua de
sinais, 150 no ensino Braile em matemática e 350 para identificação e
desenvolvimento de alunos com altas habilidades, os superdotados. Publicou
ainda trabalhos com orientações sobre o melhor atendimento das pessoas com
deficiência, seguindo as normas da Organização Internacional do Trabalho
(OIT) para esse segmento de trabalhadores.
Aptidão - Após passar por treinamento na GM, Marcelo Matos relata ter ganho
a confiança da equipe e se diz orgulhoso de participar efetivamente da linha
de produção da montadora, que fabrica 900 carros por dia. "Há boas vagas de
trabalho na indústria. É preciso que as pessoas se capacitem e estejam aptas
quando surgirem oportunidades. Foi assim comigo," diz.
A unidade da General Motors em Gravataí emprega 112 pessoas com deficiência.
Segundo o gerente de recursos humanos da montadora, Silvio Uchima, o SENAI
possibilita uma boa oferta de pessoal em um mercado carente de profissionais
qualificados, como o automobilístico. " Investimos no potencial e não nas
limitações dos profissionais. A formação pelo Senai segue este viés,"
ressalta Uchima.

http://www.ipesi.com.br/login/noticias-ei/view.asp?id=3060
__._,_.___

sábado, 11 de dezembro de 2010

Programa de inclusão de pessoa com deficiência tem avaliação


Educação e formação profissional para pessoas com deficiência é o foco do programa Tec Nep, desenvolvido pelo Ministério da Educação há dez anos. Nesta quarta-feira, 8, foi aberta uma reunião de trabalho do programa para a avaliação da iniciativa no período de 2000 a 2010. O encontro, que vai até a próxima sexta-feira, 10, reúne gestores centrais, regionais e estaduais do programa, além de representantes de assessorias de inclusão, coordenadores de centros de equoterapia, representantes do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) e do Instituto Benjamin Constant (IBC).

Na abertura, os participantes foram saudados pelo diretor de formulação de políticas da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação, Luiz Augusto Caldas. "A construção de um mundo de iguais pressupõe o respeito às diferenças. Renovo o pedido para que continuemos caminhando juntos na construção de um grande projeto de nação", disse.

Neste primeiro dia, o encontro discute o uso de tecnologias assistivas na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, além das relações étnico-raciais e a homofobia nas escolas. Houve mesas redondas sobre os centros de formação de cães guias e sobre equoterapia como nova proposta de inclusão.

Para a quinta-feira, está prevista a prestação de contas dos últimos dez anos do programa Tec Nep. Na sexta-feira, haverá uma exposição sobre o atendimento dos estudantes com nanismo nas escolas da rede federal. Por último será produzido um documento, que será encaminhado ao 1º Congresso Sul-americano de Educação Profissional, Científica e Tecnológica Inclusiva, que será realizado no Rio de Janeiro em 2011.

Histórico – No começo do programa, há dez anos, o foco era a sensibilização e conscientização sobre educação inclusiva da comunidade escolar. Nesse período, foi feita a formação inicial e continuada de recursos humanos. De 2007 a 2009, foi promovida uma especialização de educação profissional inclusiva a distância, que levou à certificação de 111 profissionais. Este ano, foi constatada a entrada de um grande contingente de deficientes auditivos na rede federal. Então, cresceu a demanda por cursos de Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Segundo o coordenador do programa, Franclin Nascimento, existem parcerias estratégicas com o Ines e IBC para que sejam desenvolvidas tecnologias sociais assistivas, como bengalas e óculos especializados. O Tec Nep possui também centros de referência no desenvolvimento dessas tecnologias. "Essas tecnologias são acessíveis por causa do baixo custo", destacou Franclin.

Outro avanço promovido pela estratégia foi a produção e publicação de material didático adaptado às especificidades dos alunos. O programa também conta com cinco centros de equoterapia – no campus Concórdia, do Instituto Federal Catarinense; no campus Barbacena, do Instituto Federal Sudeste de Minas; nos campi Rio Verde e Ceres, do Instituto Federal Goiano, e no campus Iguatu, do Instituto Federal do Ceará. Além disso, está sendo desenvolvido o curso de tecnólogo em comunicação e tecnologia assistiva, com experiências piloto nos estados do Amazonas, Pará, Pernambuco e Piauí. Já o curso técnico de órteses e próteses está sendo desenvolvido experimentalmente no campus Salvador, na Bahia.

O Tec Nep também instalou pelo país 146 Napne, que são núcleos de atendimento às pessoas com necessidades especiais situados nos Institutos Federais. Outro grande feito do programa foi a criação de centros de referência em todo o país. O Campus de São José, do Instituto Federal de Santa Catarina, por exemplo, criou tradição no oferecimento de cursos de educação profissional para surdos. Já as escolas de Bento Gonçalves (RS), Charqueadas (RS) e Guanambi (BA) se tornaram referência no desenvolvimento de tecnologia assistiva.

O programa é desenvolvido pela Setec e pela Secretaria de Educação Especial (Seesp), ambas do MEC. Surgiu para dar suporte à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no acesso, permanência e saída com sucesso de pessoas com deficiência.

MEC Assessoria de Imprensa 

Passeio Público

Imagem do blog Arquitetura Acessível




O ar que respiro é o ar da cidade,
dela que me absorve
em alegres rodeios
por praças públicas.
As praças e as pipocas,
os pontos de ônibus,
os bares cheios.
De algo estou certo: É Janeiro!


Adonis K

Acessibilidade: Novo Hamburgo 2007

Em 2007 fiz, com Maurício da LEME, um passeio pelo Centro e então Novo Shopping para registrar aspectos sobre acessibilidade. Algumas coisas, sabíamos que  ríamos encontrar, mas o sanitário para deficientes da então Praça de Alimentação do  Shopping foi uma surpresa muito muito desagradável.


Agora, em 2010, está iniciando o Projeto de Revitalização de Novo Hamburgo e vou publicar essas fotos para termos como comparar e avaliar o projeto que tem previsão de 2 anos para conclusão da  1ª etapa - Centro e  Hamburgo Velho - e  5 anos para a 2ª  etapa - Arroio 




1. Calçadas destruídas pelo avanço de raízes de árvores inadequadas para uso em passeios.




2. Esquinas sem rampas.  






3. Buracos no acesso das poucas rampas existentes.








4. Buracos NA rampa.






5. Calçadas com rampas desnecessárias.






6. Comércio com escadas sem rampas.



. Loja com circulação bem aberta, permitindo uso por cadeirantes.




8. Na praça de alimentação, uma boa circulação periférica. Mas entre as mesas...





9. Caixa eletrônico muito alto.



10. Esse, já pode ser usado por cadeirantes.




11. Balcão muito alto, na loja da Vivo do Shopping. Aliás, poderia ser num banco, loja, rodoviária.....




12. Mas na Vivo tem um espaço acessível. Sou atendida ali: na mesma altura da atendente, olho no olho.



13. Isso era o banheiro para deficientes no Novo Shopping em 2007. KD A NB 9050???


14. O acesso é ótimo, mas como chegar e sair naquelas araras lá na frente???